Para quem quer sair do aluguel e comprar a casa própria, o momento é bom. “As taxas nunca foram tão baixas e os prazos nunca foram tão longos para financiar um imóvel”, diz José Dutra Vieira Sobrinho, conselheiro do Corecon (Conselho Regional de Economia de São Paulo).

A batalha foi iniciada em abril deste ano pelo Banco do Brasil –que reduziu suas taxas de juros ao patamar mínimo de 7,9% para créditos imobiliários populares–, respaldada pelo Banco Central, com o corte de 0,75 ponto percentual da taxa Selic, e seguida pela Caixa Econômica.

Além da redução dos juros, a Caixa também esticou o prazo de financiamento para 35 anos. Instituições privadas seguiram o movimento.

Embora os ventos estejam soprando a favor da compra, a dúvida entre assumir uma dívida que pode levar décadas para terminar e optar por investir o dinheiro e pagar aluguel com os rendimentos ainda gera debates entre especialistas.

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